Service Designer & UX Researcher. Estou no mestrado em Design na Hanyang University, em Seul. Fundo a K-ONDA. Faço pesquisa profunda e transformo isso em experiências que realmente funcionam para as pessoas.
App-game gamificado que aumentou a taxa de reciclagem de 45% para 85% em Ansan, cidade com 23% de população estrangeira. Pesquisa com 18 entrevistas, etnografia em 6 pontos de coleta e 3 workshops comunitários.
Hub que conecta profissionais K-beauty coreanas com estudantes da LATAM via cursos on-demand, mentoria ao vivo e e-commerce autêntico. Validado com 32 entrevistas e 200+ usuários beta.
Chatbot IA para saúde mental com protocolos clínicos validados. Suporte 24/7 com escuta empática e encaminhamento discreto para terapia profissional. Pilot com 120+ usuários.
Ansan é uma cidade sul-coreana com 680 mil habitantes e uma das populações mais diversas do país: 23% são estrangeiros e 82 mil são estudantes universitários. Apesar disso, a taxa de reciclagem estava estagnada em apenas 45%, bem abaixo da média nacional.
As barreiras eram claras: instruções de coleta apenas em coreano, ausência de incentivos, e completo desinteresse dos jovens e da população estrangeira. O problema não era de infraestrutura: era de engajamento.
Ansan is a South Korean city of 680,000 residents with one of the most diverse populations in the country: 23% are foreigners and 82,000 are university students. Despite this, the recycling rate was stagnating at just 45%, well below the national average.
The barriers were clear: collection instructions only in Korean, no incentives, and complete disinterest from young people and the foreign population. The problem wasn't infrastructure — it was engagement.
18 entrevistas com estrangeiros, estudantes e moradores locais. Revelaram barreiras linguísticas e ausência de motivação intrínseca.
6 pontos de coleta observados por 2 semanas. Comportamentos de descarte incorreto mapeados por perfil de usuário e horário.
3 workshops com moradores + 6 entrevistas com gestores municipais. Co-criação de hipóteses de solução.
18 interviews with foreigners, students and local residents. Revealed language barriers and lack of intrinsic motivation.
6 collection points observed over 2 weeks. Incorrect disposal behaviors mapped by user profile and time of day.
3 workshops with residents + 6 interviews with municipal managers. Co-creation of solution hypotheses.
Dor: Não lê coreano. Quer fazer a coisa certa mas as instruções são inacessíveis. Sente-se excluído da vida comunitária. Motivação: Pertencimento e reconhecimento. Quer ser visto como parte da comunidade.
Dor: Reciclagem é chata, sem recompensa imediata. "Por que eu faria isso se não tem nada pra mim?" Motivação: Status social, diversão, competição com amigas.
Dor: Vê vizinhos descartando errado mas não tem ferramentas para ensinar de forma não-constrangedora. Motivação: Orgulho do bairro, deixar um legado comunitário.
Pain: Can't read Korean. Wants to do the right thing but instructions are inaccessible. Feels excluded from community life. Motivation: Belonging and recognition. Wants to be seen as part of the community.
Pain: Recycling is boring, no immediate reward. "Why would I do this if there's nothing in it for me?" Motivation: Social status, fun, competition with friends.
Pain: Sees neighbors disposing incorrectly but has no tools to teach them in a non-confrontational way. Motivation: Neighborhood pride, leaving a community legacy.
TrashRush é um sistema de serviço em 3 componentes integrados, não apenas um app.
Pontos por descartes corretos → sementes virtuais → floresta digital crescente. Conexão com amigos, ranking, streaks. Multilíngue (KO/EN/TH/PT).
Espalhados pela cidade, desbloqueiam "sementes lendárias" raras. Incentivam a exploração da cidade: 68% dos usuários conheceu bairros novos por causa disso.
Coletas coletivas mensais, competições entre bairros, premiação pública. Conecta estrangeiros e nativos num ritual compartilhado.
TrashRush is a 3-component integrated service system — not just an app.
Points for correct disposal → virtual seeds → growing digital forest. Friend connections, rankings, streaks. Multilingual (KO/EN/TH/PT).
Scattered across the city, they unlock rare "legendary seeds." Encourage city exploration: 68% of users discovered new neighborhoods because of it.
Monthly collective cleanups, neighborhood competitions, public awards. Connects foreigners and locals in a shared ritual.
2.4h/semana, bem acima do benchmark de apps de utilidade pública.
78% dos usuários voltou no mês seguinte. Hábito formado.
68% explorou novos bairros em busca de sementes lendárias.
Estrangeiros passaram 2.8x mais tempo no app quando disponível no seu idioma.
2.4h/week, well above the benchmark for public utility apps.
78% of users returned the following month. Habit formed.
68% explored new neighborhoods looking for legendary seeds.
Foreign users spent 2.8x more time in the app when available in their language.
A indústria de K-beauty movimenta $62 bilhões em 2024, crescendo +37% ao ano. Na América Latina, o interesse explodia, mas existia zero oferta de cursos profissionais em português ou espanhol ministrados por educadoras nativas coreanas.
A lacuna é crítica: consumidoras LATAM querem aprender K-beauty com autenticidade, não só copiar tutoriais do YouTube. Profissionais coreanas têm expertise premium mas sem canal de acesso global. K-ONDA é o bridge direto.
$62B em K-beauty, crescimento +37% a.a. LATAM é a segunda região de maior crescimento após a Ásia.
Zero cursos profissionais em PT/ES com educadores nativos. 90% do conteúdo disponível é hobby, não profissional.
67% de consumidoras LATAM entrevistadas pagariam por educação K-beauty profissional com certificação.
The K-beauty industry generates $62 billion in 2024, growing +37% per year. In Latin America, interest was exploding, yet there was zero supply of professional courses in Portuguese or Spanish taught by native Korean educators.
The gap is critical: LATAM consumers want to learn K-beauty authentically, not just copy YouTube tutorials. Korean professionals have premium expertise but no global distribution channel. K-ONDA is the direct bridge.
$62B in K-beauty, +37% YoY growth. LATAM is the second fastest-growing region after Asia.
Zero professional courses in PT/ES with native educators. 90% of available content is hobbyist, not professional.
67% of LATAM consumers interviewed would pay for certified professional K-beauty education.
Esteticistas e makeup artists coreanas. 67% querem alcance internacional mas enfrentam barreiras de idioma e plataforma.
Testaram landing + onboarding + primeira aula. Feedback sobre disposição de pagamento e modelo preferido.
Brasil, México, Colômbia, Argentina. Modelo all-in-one (cursos + mentoria + e-commerce) muito preferido ao fragmentado.
Korean estheticians and makeup artists. 67% want international reach but face language and platform barriers.
Tested landing page + onboarding + first lesson. Feedback on willingness to pay and preferred model.
Brazil, Mexico, Colombia, Argentina. All-in-one model (courses + mentoring + e-commerce) strongly preferred over fragmented alternatives.
Dor: Atende 20–25 clientes por mês, com renda limitada pela capacidade física. Quer escalar expertise globalmente sem sair de Seul. Motivação: "Quero ensinar minhas técnicas para profissionais em português. O conhecimento que tenho vale muito mais do que consigo cobrar presencialmente."
Dor: Fascínio por K-beauty desde viagem a Seul em 2023. Cursos locais são superficiais; workshops premium custam R$8–15k. Sem acesso a educadoras nativas. Motivação: "Quero estudar com profissionais coreanas reais e ter uma certificação que diferencie meu trabalho."
Dor: Cria conteúdo K-beauty baseado em tutoriais gratuitos, sem expertise validada. Seguidores pedem recomendações profissionais que ela não pode dar. Motivação: "Quero aprender K-beauty profissional, ter credibilidade, e conectar com uma comunidade de latinas com o mesmo interesse."
Pain: Sees 20–25 clients per month, income capped by physical capacity. Wants to scale her expertise globally without leaving Seoul. Motivation: "I want to teach my techniques to professionals in Portuguese. The knowledge I have is worth far more than what I can charge in person."
Pain: K-beauty fascination since a 2023 trip to Seoul. Local courses are superficial; premium workshops cost R$8–15k. No access to native educators. Motivation: "I want to study with real Korean professionals and get a certification that sets my work apart."
Pain: Creates K-beauty content based on free tutorials, without validated expertise. Followers ask for professional recommendations she can't give. Motivation: "I want to learn professional K-beauty, gain credibility, and connect with a community of Latinas with the same passion."
K-ONDA ainda não foi lançada. Esta projeção é baseada em benchmarks de EdTech (Class101 BR), tamanho de mercado LATAM e dados de validação com beta users.
K-ONDA has not launched yet. This projection is based on EdTech benchmarks (Class101 BR), LATAM market size, and validation data from beta users.
A Coreia do Sul enfrenta uma crise silenciosa de saúde mental. Com 24,6 suicídios por 100 mil habitantes, o maior índice entre países da OCDE, a situação é urgente. Paradoxalmente, 64% da população evita buscar ajuda profissional por estigma, vergonha ou medo de julgamento social.
As barreiras são profundamente culturais: ter um diagnóstico de saúde mental pode afetar empregos, casamentos e reputação familiar. Muitas pessoas sofrem em silêncio por anos. Âncora nasceu de uma pergunta: e se existisse um escape seguro, anônimo e clinicamente embasado — não para substituir a terapia, mas para ser o primeiro passo?
24,6/100k na Coreia vs 11,4 na média OCDE. O maior índice entre países desenvolvidos.
64% evita buscar ajuda por medo de julgamento. Estigma social maior que acesso a serviços.
Zero serviços de IA-first para saúde mental com protocolos clínicos validados e anonimato total.
South Korea faces a silent mental health crisis. With 24.6 suicides per 100,000 inhabitants — the highest rate among OECD countries — the situation is urgent. Paradoxically, 64% of the population avoids seeking professional help due to stigma, shame, or fear of social judgment.
The barriers are deeply cultural: a mental health diagnosis can affect jobs, marriages, and family reputation. Many people suffer in silence for years. Âncora was born from one question: what if there was a safe, anonymous, clinically grounded escape — not to replace therapy, but to be the first step toward it?
24.6/100k in Korea vs 11.4 OECD average. The highest rate among developed countries.
64% avoid seeking help for fear of judgment. Social stigma outweighs access to services.
Zero AI-first mental health services with clinically validated protocols and full anonymity.
Com psicólogos e terapeutas coreanos. Validação de protocolos CBT, DBT e Safety Planning para uso em IA.
Pessoas em tratamento ou recuperação de depressão. Revelaram que anonimato é o fator mais crítico para engajamento.
Com familiares de vítimas de suicídio. Identificaram sinais de risco que a IA deveria reconhecer.
Insight central: pessoas não querem soluções rápidas — querem ser ouvidas sem julgamento. Uma IA que valida em vez de resolver obteve 3x mais engajamento nos testes.
With Korean psychologists and therapists. Validation of CBT, DBT, and Safety Planning protocols for AI use.
People in treatment or recovering from depression. Revealed that anonymity is the most critical factor for engagement.
With family members of suicide victims. Identified risk signals the AI should recognize.
Core insight: people don't want quick fixes — they want to be heard without judgment. An AI that validates rather than solves generated 3x more engagement in tests.
Dor: 60h/semana de trabalho, pensamentos suicidas recorrentes que nunca compartilhou. Medo de "ficar marcado" se procurar ajuda. Introvertido, jamais ligaria para hotline. Motivação: "Preciso de um espaço anônimo onde possa falar sem me revelar."
Dor: Iniciou terapia mas desistiu por vergonha: "E se alguém souber?". Precisa de validação de que sua dor é real. Motivação: "Um espaço pra descarregar sem ser julgada. Sem nome. Sem rosto."
Dor: Vive sozinha após perda do marido. Depressão pós-luto grave, mas a ideia de ir a uma clínica de psicólogo a envergonha profundamente. Motivação: "Talvez um app seja menos assustador do que ir a uma clínica."
Pain: 60h/week of work, recurring suicidal thoughts he's never shared. Fear of being "labeled" if he seeks help. Introverted — would never call a hotline. Motivation: "I need an anonymous space where I can talk without revealing myself."
Pain: Started therapy but quit out of shame: "What if someone finds out?" Needs validation that her pain is real. Motivation: "A space to let it out without being judged. No name. No face."
Pain: Lives alone after losing her husband. Severe post-grief depression, but the idea of visiting a psychologist's clinic deeply embarrasses her. Motivation: "Maybe an app would be less frightening than going to a clinic."
IA treinada em CBT e DBT. Escuta validante, sem julgamento. Detecta risco de suicidalidade e aciona protocolo de escalação humana quando necessário.
Quando a IA detecta readiness ou o usuário pede, sugere terapeuta real de forma discreta, sem pressão, com opção de atendimento online e anônimo.
Pseudônimo no login, zero dados pessoais coletados, criptografia end-to-end, opção de deletar todo o histórico a qualquer momento.
AI trained in CBT and DBT. Validating, non-judgmental listening. Detects suicidality risk and triggers a human escalation protocol when needed.
When the AI detects readiness or the user asks, it discreetly suggests a real therapist — no pressure — with anonymous online therapy options.
Pseudonym login, zero personal data collected, end-to-end encryption, option to delete all history at any time.
89% se sentiu "muito seguro" no app. Anonimato foi o fator-chave da confiança.
23% buscou ou iniciou terapia profissional após o uso. A IA funcionou como bridge psicológico.
Usuários retornaram média 4,3 dias/semana durante 8 semanas. Hábito formado naturalmente.
Média de 12–18 min/sessão: muito acima do esperado, indicando engajamento genuíno.
89% felt "very safe" in the app. Anonymity was the key trust factor.
23% sought or started professional therapy after using the app. The AI worked as a psychological bridge.
Users returned an average of 4.3 days/week over 8 weeks. Habit formed naturally.
Average of 12–18 min/session: well above expected for a utility app, indicating genuine engagement.